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Os melhores shows de 2016

É bem verdade que 2016 foi um ano complicado, um ano difícil e denso pra maioria das pessoas, e eu me incluo nessa. Mas tudo sempre tem um lado bom, e se esse ano me deu algo de bom foi a quantidade de excelentes shows que eu pude conferir ao vivo. Então aproveitando o clima de final de ano, vai aqui uma retrospectiva do que rolou em 2016, o segundo ano de vida do Eu Amo ao Vivo!

No primeiro semestre rolaram alguns shows históricos, como a apresentação do AC/DC com Axl Rose nos vocais, uma tour que passou por alguns países da Europa no mês de maio. Eles tocaram inclusive em Portugal, bem pertinho de mim, mas eu não pude conferir. Polêmicas à parte, eu também não me animei muito de ver Axl no lugar de Brian Johnson.

AC/DC se apresentou em vários países da Europa com Axl Rose nos vocais, em maio

No Brasil, os gigantes Rolling Stones presentearam a galera no mês do carnaval, tocando no Rio, em São Paulo e em Porto Alegre. Um show muito aguardado depois de um hiato de 10 anos da última passagem dos ingleses em terras tupiniquins.

Stones tocaram no Brasil em fevereiro

Outra banda gigante que tocou no Brasil esse ano foi o Iron Maiden, no mês de março. E, pra minha sorte, eles tocaram também em Lisboa, no dia 11 de julho, um presentão que ganhei dois dias depois do meu aniversário. Foi um show memorável, que me emocionou muito, porque Iron é Iron, e eu não os via ao vivo há 12 anos. Foi a terceira vez que eu pude conferir a Dama de Ferro e foi uma das melhores, juntamente com a apresentação do Rock in Rio III, em 2001.

Iron Maiden tocou pra 18 mil fãs em Lisboa, em julho

E por falar em terceira vez, 2016 foi um ano de muitas terceiras vezes na minha vida de fã. Além do Iron, eu vi pela terceira vez o Nightwish com Floor Jansen nos vocais (da banda são quatro, se contar com a primeira vez que os vi, ainda com Tarja), e que show de tirar o fôlego! Vi pela terceira vez a própria Tarja em carreira solo, sendo que eu pude vê-la duas vezes neste mesmo ano, ô benção! Vi em junho, no Hellfest, e em novembro em Lisboa, esse último sendo um baita espetáculo, do qual ainda escreverei aqui. E também vi pela terceira vez, em agosto no Festival VOA, a banda que sempre me arranca lágrimas: o Anathema, sem comentários!

Anathema foi uma das bandas que vi pela terceira vez, em Agosto

Earth fez apresentação marcante no Hellfest, em junho


Dentro dos dois festivais que me credenciei este ano, o Hellfest e o Voa, eu destaco algumas apresentações que foram muito marcantes: a do Opeth, no Voa, e as do Earth, do Napalm Death e a do Overkill, todas no Hellfest.

Também tínhamos credenciamento para o Wacken Open Air, que contou com shows do Iron Maiden, Testament e Whitesnake, mas não foi possível de estar lá, por questões de logística, uma pena. Fica pra próxima Wacken, uma promessa de um dia ir conferir o festival de metal mais antigo da Europa. 

Mais um gigante que eu pude conferir este ano, também no Hellfest, foi o Black Sabbath. A apresentação deles no festival não foi tão fodástica quanto a que eu vi em Porto Alegre, em 2013, mas foi com certeza muito emocionante. E a galera no Brasil também pôde conferir os caras ao vivo esse ano, pois eles tocaram no início do mês de dezembro no país.

Black Sabbath se apresentou no Brasil em dezembro

Por último, falando de dois shows que me marcaram muito este ano, eu quero destacar a apresentação do Damien Rice em Lisboa, em julho, outro presente de aniversário. Foi o show em que eu mais chorei na minha vida! E depois uma surpresa que eu nunca esperava ver ao vivo, o The Mission, que tocou em outubro, também em Lisboa. Foi a primeira vez que consegui ficar na grade durante o show inteiro, sem passar mal e vi Mr. Wayne Hussey e cia muito, muito perto. Ainda escreverei sobre todas as emoções desta apresentação aqui no site, me aguardem!

Damien Rice emocionou o Coliseu de Lisboa, em julho

Como eu sempre digo, tudo na vida tem um lado bom, e apesar do ano sinistro que foi 2016, esse lado dos shows foi espetacular! Agora, por motivos de força maior, estou de volta ao Brasil, e talvez no próximo ano não consiga estar presente em tantos shows, mas faremos de tudo para continuar falando do que nos move: a música ao vivo!

Um feliz 2017 a todos e que possamos nos encontrar pelos palcos do mundo...

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