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Napalm Death: peso e dinamismo no Hellfest 2016

O Hellfest 2016 já estava rolando há bem mais de vinte e quatro horas, já tinha conferido alguns excelentes shows em todos os palcos do festival, mas um dos concertos que eu mais esperava ainda estava por vir. Ok, é verdade que o Napalm Death nunca esteve assim na minha lista de bandas preferidas, nem é o estilo que eu costumo ouvir em casa, pelo menos não mais. Entretanto, tinha uma curiosidade imensa de assistir os caras ao vivo, especialmente pelo peso que acaba me transportando para uma espécie de transe em shows como aquele. 

Em tour pelo aclamado Apex Predator – Easy Meat, de 2015, os ingleses de uma das mais icônicas bandas representativas do grindcore mundial, deixaram claro eles não perdem o fôlego com a idade, pelo contrário, mostram-se ainda mais ferozes. O performático Mark “Barney” Greenway acompanhado dos afiados Shane Embury - baixo, Mitch Harris - guitarra, e Danny Herrera - bateria, destilaram sua poderosa porradaria para fechar os trabalhos de sábado, 18 de junho, no palco Altar.

Eu não vou aqui relatar o show música por música, como costumo fazer, porque de fato não sou suficientemente conhecedora da carreira dos caras para tal, mas queria deixar registrado que a quinta aparição do Napalm Death no Hellfest (eles já tinham tocado nas edições de 2007, 2009, 2012 e 2013), foi realmente estonteante, com certeza uma das melhores bandas do gênero em performances ao vivo... Só isso, para quem ama bater cabeça como eu, já valeu o festival... 



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