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Uma grata surpresa com os The Happy Mess em Cascais

Sabe quando você sai com um objetivo e algo surpreendente acontece e muda os seus planos? Foi isso que aconteceu naquele sábado, 22 de agosto de 2015, quando tive a felicidade de conhecer a banda The Happy Mess, em um evento organizado pela Câmara Municipal de Cascais intitulado Festas do Mar.

The Happy Mess nas Festas do Mar
Saímos para conferir o evento por volta das 19h, em um clima um tanto nublado depois de dias e dias de sol quente. Já estávamos nos arredores da bela Cascais, que nesta época do ano fica lotada de turistas - o que menos se escuta nas ruas é o idioma português. A chuva que ameaçava chegou a cair um pouco, e as ruas estavam bem mais vazias que o normal. Sendo assim, quando chegamos à frente do palco, havia bastante espaço para o público se movimentar e dançar. Tudo perfeito para o que viria a seguir, sem chuva e sem calorão.

Nossa intenção era assistir o show de Pedro Abrunhosa, um grande nome da música portuguesa, que certamente era uma das maiores atrações das Festas do Mar em 2015. Mas, como é um costume do Eu Amo ao Vivo, chegamos cedo para conferir a banda de abertura, que tinha um nome curioso e interessante - The Happy Mess. Ficamos ali registrando algumas imagens pré-show e, às 20h30 em ponto, o apresentador anuncia a primeira atração da noite.

Logo na primeira canção eu já me identifiquei com o clima da banda, uma sonoridade que admiro bastante, que me fez lembrar os bons tempos do The Cure e Echo and the Bunnymen. Eu realmente não conhecia nada da banda e a cada música que passava eu era envolvido pela atmosfera sonora, tanto que por várias vezes eu me peguei dançando, o que não é muito comum para este que vos escreve, não em um primeiro momento. E o concerto do Happy Mess foi assim, uma gostosa descoberta a cada canção, um clima envolvente criado por uma banda boa de palco, redondinha, que sabia interagir com o público.

A performática Joana Duarte
Backyard Girl, Mourning Sun (e seu ¨pa pa pa / pa pa pa ra¨ que gruda na mente) e a nova The Invisible Boy foram alguns dos destaques da apresentação, realmente boas canções. Mas a que eu mais gostei mesmo, aquela me ¨ganhou¨, foi a terceira do show, que eu confesso que não descobri ainda o nome, só sei que o refrão cantava algo como ¨This time / I won't let you down¨. Não sei se é uma música da banda ou se é alguma versão ou cover, só sei que foi aquela que me pegou de jeito e fez com que eu ficasse deliciosamente preso até o fim do concerto.

Ah, e sobre o que eu disse no início do texto, de se mudar os planos quando algo surpreendente acontece: acabou de que nem ficamos para o show do Pedro Abrunhosa (desculpa Pedro, fica para uma outra ocasião), pois não queríamos ¨quebrar o feitiço¨ do concerto do Happy Mess. Fomos direto para casa pesquisar as músicas e a carreira desta banda que tínhamos acabado de conhecer, como crianças que ganham um brinquedo novo e querem ir correndo para casa brincar com ele. Coisas que acontecem quando o ao vivo te pega de jeito.

Um abraço e até a próxima aventura sonora ao vivo!

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